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Os dois Pólos da Plataforma Logística do Porto de Leixões vão inserir-se num território metropolitano em que convivem estruturas urbanas consolidadas, tecidos urbanos incompletos e em transformação, vazios urbanos expectantes, áreas agrícolas de diferentes dimensões/vocações, áreas de ocupação florestal de escala variável, formando um conjunto que se caracteriza por fragmentos. A essa fragmentação provocada pelos modos de crescimento acrescem as descontinuidades introduzidas pelos programas de grande escala (Exponor, indústrias e armazéns) e pela rede de novas acessibilidades.

 

O desenho urbano da área logística baseia-se em soluções versáteis, que se adequam facilmente a diferentes tipos de ocupação, numa estratégia de espaços reconvertíveis, assegurando a coerência e funcionalidade dos espaços comuns.

No desenvolvimento das soluções urbanísticas, para além da definição da estrutura viária – fundamental para a operacionalidade da plataforma – funcionando como elemento primordial e condicionante do ordenamento de cada pólo, será também factor determinante a integração paisagística no território envolvente, com especial ênfase no caso do pólo de Gonçalves / vale do Leça, procurando diminuir o impacto ambiental e visual das volumetrias e superfícies impermeabilizadas previstas.

 

As naves logísticas a projectar para cada pólo da plataforma logística, serão pavilhões autónomos amplos, modulares, testados para várias configurações e pé-direitos. Os pavilhões serão projectados atendendo a que se pretende um conjunto funcional, diâmetro, no que concerne à possibilidade de adaptação às necessidades específicas de cada utilizador e, harmonioso do ponto de vista estético. Estes pavilhões deverão ter dupla fachada, zona para cargas e descargas de pesados e áreas de escritórios, eventualmente em mezzanine

 

Áreas de ocupação diferenciada (logística e serviços de apoio) relacionam-se através do sistema de espaços colectivos, que compreenderão arruamentos, passeios, estacionamento, espaços verdes urbanos e espaços verdes de enquadramento, objectos de um desenho e tratamento que qualifiquem os ambientes a criar.

 

O projecto incorpora o rigor necessário no sistema de espaços colectivos estruturantes e a flexibilidade suficiente para admitir ocupações diferenciadas na escala, tempo, forma e modos de operacionalidade logística. Com o primeiro pressuposto garante-se a funcionalidade e qualidade ambiental do conjunto e com o segundo, a adequação a lógicas casuísticas de intervenção dos agentes económicos, dificilmente antecipáveis no momento do projecto e que podem ocorrer num espaço de tempo longo e com pressupostos em constante mutação.

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